Canais de Notícia

Trabalho

Publicada em 10/03/2015

Fibria qualifica mais de 6 mil pessoas em Três Lagoas

Simuladores e bancadas complementam as capacitações realizadas no local.

Da Fibria

Com o objetivo de oferecer capacitação e reciclagem de conhecimentos, o Centro de Capacitação Operacional da Fibria, em Três Lagoas (MS), qualificou nos últimos cinco anos mais de 6.500 pessoas entre empregados e a comunidade.

Localizado na fazenda Barra do Moeda, o Centro qualifica operadores, mecânicos, comboístas e retificadores, que atuam na área florestal.

A estrutura é equipada com salas para conteúdos teóricos, bancadas eletrônicas e hidráulicas e trailers volantes com simuladores de máquinas florestais, que percorrem as áreas de atuação da empresa de acordo com o planejamento do curso. “Durante as capacitações, o simulador é levado até o campo e fica à disposição para o aperfeiçoamento da atividade exigida, bem como para a explanação do técnico que estiver monitorando a equipe”, diz o coordenador de Desenvolvimento Operacional da Fibria, Artur Mazon.

Além da estrutura física e tecnológica, o centro conta com profissionais capacitados para atender as demandas da Unidade e dos programas de aprendizagem realizados em parceria com o Senai (MS), como o Pronatec e os Cursos de Gratuidade. Neste tipo de ação, as aulas teóricas são realizadas nas instalações do Senai e as práticas, na Fibria.

O coordenador de Desenvolvimento Operacional da Fibria ressalta que empregados e a comunidade ganham em participar das qualificações dentro da empresa. “Para as pessoas sem experiência, quanto maior a aproximação com o seu futuro ambiente de trabalho melhor, pois é necessário avaliar como será a adaptação ao local e o desenvolvimento das atividades. Já para os empregados, essa é uma forma da empresa enriquecer o conhecimento adquirido pelo profissional, dentro do horário de trabalho, e proporcionar a troca de experiências entre as equipes durante as atividades diárias”.

Didática

Segundo Mazon, uma pessoa leva em torno de três meses para concluir o aprendizado e operar uma máquina florestal. O processo é dividido em conhecimentos básicos, específicos e obrigatórios.

Para uma avaliação precisa, durante a capacitação, as atividades são filmadas estimulando a melhoria do desempenho profissional. “Os técnicos anotam as observações, mas o operador pode observar a sua execução e buscar a melhoria da função no ponto onde exatamente exige sua atenção”, complementa o coordenador.

Implementação de novas tecnologias

Além da capacitação operacional, o centro também é responsável pela implementação de projetos, ou seja, busca novas tecnologias voltadas para o mercado florestal, estuda a viabilidade da implantação na empresa, realiza os testes necessários e apresenta os resultados.