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Publicada em 28/03/2014

Seminário na Câmara vai debater o uso da bioeletricidade no País

Evento será realizado no dia 1º de abril, em Brasília (DF).

Da redação

Seminário que será realizado no dia 1º de abril, na Câmara dos Deputados, em Brasília (DF), vai discutir como a bioeletricidade, cogerada pelas usinas sucroenergéticas a partir da queima do bagaço da cana-de-açúcar, está sendo subutilizada pelo Brasil, ainda mais em um momento em que o setor energético nacional está operando no limite de sua capacidade.

O seminário “1º de abril: o dia da verdade sobre a bioeletricidade”, está sendo organizado pelo projeto Agora em parceria com a Frente Parlamentar pela Valorização do Setor Sucroenergético e a Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados. O evento será realizado das 14h às 18 horas, no plenário 11, do anexo II, do prédio da Câmara.

Em três painéis, o seminário vai explorar os obstáculos para o crescimento, a importância para a matriz energética e as formas de avançar com a bioeletricidade. Especialistas do setor sucroenergético, como Alexandre Figliolino, diretor de Agronegócio do Banco ItaúBBA, Ricardo Baitelo, coordenador de Campanha de Energias Renováveis do Greenpeace Brasil, Maurício Tolmasquim, presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) e Pedro Mizutani, vice-presidente executivo da Raízen, vão compor os painéis, sempre moderados por parlamentares que participam da Frente Parlamentar.

“Essa opção é limpa, renovável e abundante, além de localizada perto dos principais centros de consumo do País. Com tudo isso jogando a favor, a bioeletricidade só evoluiu marginalmente por falta de ações governamentais que reconheçam os benefícios dessa forma de gerar energia e viabilizem o crescimento da oferta,” diz Elizabeth Farina, presidente da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), uma das 18 entidades e empresas parceiras do Projeto Agora.