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Logística

Publicada em 12/02/2014

Empresas demonstram interesse em investir no Centro-Oeste Competitivo

O diretor-corporativo da Fiems, Jaime Verruck, e o consultor da Macrologística, Olivier Gerard, detalharam o Projeto aos investidores no Itaú BBA.

Da assessoria

Durante o evento 2nd Non Public Conferecence Agri & Food, do Itaú BBA, realizado ontem (11/02), em São Paulo (SP), o diretor-corporativo da Fiems, Jaime Verruck, apresentou o Centro-Oeste Competitivo, projeto encomendado pela Fiems e Famasul com apoio da CNI e CNA para elencar as obras necessárias e projetar uma matriz com eixos de integração para permitir a redução dos custos logísticos e aumentar a competitividade do Estado. Dos 50 participantes, entre representantes de empresas de agronegócios e fundos de investimento, 10 demonstraram interesse em conhecer o projeto mais detalhadamente.

Jaime Verruck destacou que o próximo passo é apresentar aos interessados alguns projetos de viabilidade econômica e de oportunidade microeconômicas. “Existe a disponibilidade de recurso, mas devemos fazer o projeto de viabilidade econômica para cada opção de plano e, a partir disso, buscar os investimentos necessários”, ponderou, acrescentando que o encontro integra as ações da segunda fase do Centro-Oeste Competitivo, que consiste em buscar meios para a implementação dos investimentos logísticos em Mato Grosso do Sul.

Na abertura do encontro, o diretor-corporativo da Fiems e o consultor da Macrologística explicaram que o Centro-Oeste Competitivo apontou que, caso nenhum investimento seja feito em termos de infraestrutura logística, os gargalos críticos vão aumentar de três detectados atualmente para 23 até 2020 na Região. “O que percebemos no encontro foi uma grande preocupação em relação à logística de todos os participantes e um conhecimento muito forte da realidade de infraestrutura de transporte de todo o País”, afirmou.

Para a analista de equities da corretora do Itaú BBA, responsável pela área de alimentos e agrobusiness e também coordenadora do evento, Giovana Araújo, o evento atendeu a expectativa de apresentar o estudo, mostrar os gargalos e oportunidades de investimentos. “O contato foi positivo e o canal de comunicação foi aberto, com trocas de informações e cartões para futuros negócios”, disse.