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Sustentabilidade

Publicada em 25/06/2015

Usinas do Nordeste vão operar com tecnologia G3 Full

Usinas Camaragibe e Monte Alegre iniciam safra com redutores planetários já instalados.

Da assessoria

A safra 2015/2016 de cana-de-açúcar do Nordeste, que começa oficialmente em agosto, vai contar com equipamentos de alta tecnologia em mais duas importantes unidades produtoras de açúcar, etanol e energia.

A Usina Camaragibe, do Grupo Santo Antônio, sediada em Alagoas, comprou em abril deste ano a terceira geração do redutor planetário TGM – o G3 Full. De posse de um planetário da linha G2, modelo RPS3 385P no primeiro terno, a Unidade vai estrear na próxima moagem um equipamento cujas tecnologias são consagradas e trazem inovações no sistema hidráulico, no dimensionamento dos componentes internos e no sistema de proteção eletrônica Monitork.

Em busca de uma expansão significativa no mercado, a Camaragibe que processava com quatro ternos de moendas com equipamentos TGM, provou que está satisfeita ao optar pelo G3 Full para o quinto terno. “Desde que o primeiro planetário G2 TGM foi instalado, a moagem melhorou significativamente e vai progredir ainda mais. É um equipamento muito simples, com grande versatilidade e não requer manutenção”, relatou Marcos Pontes, engenheiro mecânico da Usina.

A Usina Monte Alegre, que produz o Açúcar Alegre no Estado da Paraíba, também é outro exemplo de fidelização e está otimista com a safra vindoura. No final de 2014, a empresa adquiriu um redutor planetário RPS 3 385P G3 Full TGM. A Unidade já possui três planetários G3 Full instalados, sendo um RPS 3 385P no primeiro terno da linha G2 e dois equipamentos TGM modelos RPS 3 60P no segundo e terceiro ternos, também da linha G2.

“Estamos muito confiantes quanto ao desempenho do redutor TGM por ser o mais moderno no Brasil, atualmente”, disse Marlene de Fátima Oliveira, gerente industrial da Monte Alegre. Segundo Vicente de Paula Silva Jr, coordenador comercial da Unidade de Negócio Transmissões TGM, que acompanha o cliente periodicamente, a intercambialidade dos planetários TGM é mais uma facilidade para futuras ampliações.

Em um cenário cuja escolha do equipamento é uma fase de extrema importância, pois devem ser estudadas todas as condições que o equipamento será submetido, não há dúvidas que a eletrificação dos acionamentos na moenda é um dos principais pontos para viabilizar um projeto maior de geração de energia.

Com características vantajosas de sobra, os redutores planetários G3 Full oferecem disponibilidade operacional, eficiência energética, redução de custos de instalação e manutenção, melhor controle operacional da moenda, maximização dos resultados na extração e aumento da capacidade de moagem.

“É por isso que frisamos sempre que o G3 Full é o caminho certo e é incomparável aos demais tipos de acionamentos”, finalizou Vicente Jr.