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Sustentabilidade

Publicada em 18/03/2014

Unidade da Fíbria em MS registra recorde de exportação de energia

A utilização da biomassa como energia, proporciona uma menor emissão de poluentes atmosféricos.

Da assessoria

Em 2013, a Fibria/MS bateu recorde na exportação de energia produzida a partir da queima da biomassa proveniente de subprodutos do processo de fabricação da celulose.

A unidade da Fibria em Três Lagoas produz toda a energia que consome desde o início das operações da indústria, em 2009, e possui capacidade para produzir até 140 megawatts/hora. Desse total de energia, cerca de 90 megawatts/hora abastece a produção da Fibria e da International Paper, e o excedente é disponibilizado no Sistema Nacional.

No início do ano passado, a Fibria recebeu autorização do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), para elevar a capacidade de produção de energia excedente de 30 para 50 megawatts/hora. “Fechamos o ano com 277.692 megawatts/hora em exportação, ou seja, este é o atual recorde da Unidade”, explica o gerente de recuperação e utilidades, Fernando Raasch.

Somente no mês de dezembro, o volume de energia exportada chegou a 25.823 megawatts/hora, uma média de 34.71 megawatts/hora por dia. “Para 2014 temos a previsão de elevar este número para 42 megawatts/hora e com isso, contribuir ainda mais com o sistema nacional de geração e distribuição de energia elétrica”, diz o gerente.

Em paralelo, Raasch explica que somente com a utilização da quantidade de energia prevista a ser exportada em 2014, seria evitado o uso de cerca de 100 milhões de litros de combustível fóssil sendo esta gerada por uma usina termelétrica.

“A energia que utilizamos é proveniente de fontes renováveis, que é a madeira. Ela é considerada uma energia limpa, pois a queima de biomassa, pela própria composição físico química, proporciona uma menor emissão de poluentes atmosféricos quando comparado, por exemplo, à queima de óleo e isto inclusive é considerado na questão da política de crédito de carbono, pois ameniza o clima e contribui com o esforço global para as mudanças climáticas”. Raasch também explica, que o excedente exportado mensalmente pela Fibria, é suficiente para abastecer uma cidade com cerca de 250 mil habitantes.