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Agrícola & Iindustrial

Publicada em 14/08/2013

Colheita do milho na reta final no Norte de Mato Grosso do Sul

As informações são do Sistema de Informações Geográficas do Agronegócio (Siga).

Famasul

Camapuã, Chapadão do Sul, Nova Alvorada do Sul e Pedro Gomes foram os primeiros municípios de Mato Grosso do Sul a finalizarem a colheita do milho safrinha. Localizados ao Norte do Estado, o ritmo da colheita desses municípios colaborou para que a região atingisse 89,6% do total de sua área já colhida. Já ao Sul do Estado, Juti e Caarapó são os mais adiantados na colheita da segunda safra do milho, com 90% da área já colhida. As informações são do Sistema de Informações Geográficas do Agronegócio (Siga), divulgados pela Associação dos produtores de Soja (Aprosoja/MS – Sistema Famasul), nessa terça-feira (13).

Apenas 28,5% da área cultivada com milho safrinha em Mato Grosso do Sul ainda não foi colhida. Os municípios de Maracaju e Naviraí são os mais atrasados, com apenas 50%.

Nessa edição do relatório do Siga também foi divulgado o estudo de potencial agrícola do Estado, indicando as áreas mais propícias as desaconselháveis para a agricultura. Parte dos municípios de Tacuru, Sete Quedas, Japorã, Iguatemi e Novo Mundo estão entre as regiões mais favoráveis para o cultivo de soja e milho, segundo os estudos elaborados pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

Na sexta-feira (9), o mercado do milho apresentou tendência de desvalorização, com queda aproximada de 5,17% em comparação ao início do mês de agosto. Atualmente a saca de 60 quilos do grão está estimada em R$ 15,35, valor abaixo do preço mínimo estabelecido pelo Governo Federal, de R$ 17,46.

Comparando a agosto do ano passado, a desvalorização do milho chega a 14%. As grandes possibilidades de declínio nos preços em função do volume ofertado fizeram com que a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) incluísse MS no leilão Prêmio Equalizador Pago ao Produtor. Pelo Pepro serão disponibilizados semanalmente lotes de 250 mil toneladas de milho, até que o Estado atinja a marca de dois milhões de toneladas comercializadas, quantidade que cumpre com a necessidade dos agricultores e das cooperativas quanto ao escoamento e armazenagem.