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Publicada em 08/08/2018

Em uma década, produção de cana de MS deve crescer 33,9% e chegar a 66,3 milhões de toneladas

Os números são do estudo Projeções do Agronegócio, Brasil 2017/18 a 2027/28 do MAPA e Embrapa.

Anderson Viegas, do CanaNews

Em uma década a produção de cana-de-açúcar de Mato Grosso do Sul deve crescer 33,9%, passando dos atuais 49,580 milhões de toneladas no ciclo 2017/2018 para 66,391 milhões de toneladas na temporada 2027/2028.

Os números são do estudo Projeções do Agronegócio, Brasil 2017/18 a 2027/28 da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA e da Secretaria de Inteligência e Relações Estratégicas da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (SIRE/Embrapa).

Os números são do estudo Projeções do Agronegócio, Brasil 2017/18 a 2027/28 da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA e da Secretaria de Inteligência e Relações Estratégicas da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (SIRE/Embrapa).

O levantamento aponta que o crescimento de produção deve ocorrer principalmente em razão da expansão da área cultivada em Mato Grosso do Sul, que nesta década deve subir de 670 mil hectares para 900 mil hectares, um incremento de 34,4%.

Mesmo com esse acréscimo, Mato Grosso do Sul deve se manter, de acordo com a projeção, como o quarto maior produtor de cana do país, atrás de São Paulo, Goiás e Minas Gerais.

Para o país, o estudo indica um crescimento expressivo também da produção da gramínea, mas em taxa inferior ao do estado. A projeção é de expansão de 23% no volume, que deve passar de 633,262 milhões de toneladas para 778,796 milhões de toneladas, enquanto que a área plantada deve aumentar 18,5%, de 8,729 milhões de hectares para 10,345 milhões de hectares.

A previsão do MAPA e da Embrapa é de que ocorra ainda nesta década uma ampliação de 19,5% no consumo de um dos principais produtos do setor sucroenergético, o açúcar, de 10,600 mil toneladas para 12,666 mil toneladas. Projeta ainda uma ampliação de 25,8% no volume exportado, de 29,600 mil toneladas para 37,243 mil toneladas.