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Economia

Publicada em 05/02/2015

Apesar da crise, indústrias de Campo Grande não demitem

Empresas estão se sobressaindo bem às turbulências da economia

Do StiaaCG

As indústrias de alimentação, instaladas em Campo Grande, estão se sobressaindo bem às turbulências da economia nesta virada de ano e início de governo com novas medidas de arrocho. Elas não estão demitido como se previa, em grande escala. “Temos verificado que ocorrem demissões normais, ou seja, há um rodízio natural de funcionários dos diversos setores da indústria de alimentação da Capital”, afirma Rinaldo Salomão, presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentação e Afins de Campo Grande e Região – StiaaCG.

A capital emprega hoje em torno de 15 mil trabalhadores e esse número tem sido mantido nos últimos meses de dificuldades econômicas, garante Rinaldo.

Exemplo disso é a reabertura do frigorífico de Iguatemi, pelo grupo JBS, no próximo dia 21. A empresa investiu R$ 30 milhões para remodela-lo e deixa-lo em condições de produzir alimentos não só para o consumo interno como para exportação.

Campo Grande possui também, uma rede de frigoríficos formada por pelo menos 6 grandes empresas. A cidade conta ainda com 5 fábricas de refrigerantes; duas de água; 15 de sorvetes; 10 distribuidoras, que também fazem manipulação de alimentos; 20 de ração e diversas de linguiça e outros embutidos.

Rinaldo Salomão diz que está otimista com esse novo ano. Ele acredita que apesar das altas de preço dos combustíveis, da energia elétrica, da água e outros produtos e serviços, tudo voltará ao normal em alguns meses e o consumo, da mesma forma, deverá voltar a subir, exigindo mais pessoas na linha de produção.