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Economia

Publicada em 04/12/2014

Entidade quer mostrar benefícios de reabertura de usina em PE

Retorno as atividades movimenta a economia de município.

Da AFCP

O secretário estadual da Agricultura, José Aldo, aceitou o convite da Associação dos Fornecedores de Cana de Pernambuco (AFCP) e do Sindicato dos Cultivadores de Cana do Estado (Sindicape) para ver as instalações fechadas da usina Cruangi, em Timbaúba, bem como os problemas socioeconômicos decorrentes nas cidades próximas que tem vocação canavieira. A visita será realizada na manhã desta sexta-feira (5).

O deputado estadual Aloísio Lessa (PSB) confirmou a participação também. Os prefeitos das cidades do entorno da usina e os dirigentes de sindicatos dos trabalhadores rurais também atenderão o convite. O objetivo dos órgãos da classe canavieira é mostrar as diferenças sociais e econômicas nos locais onde há usinas funcionando e onde elas estão paradas. Na última passada, as entidades levaram Aldo e Aloísio para conhecerem a usina Pumaty, em Joaquim Nabuco, que voltou a moer, depois de dois anos parada, através da iniciativa de uma cooperativa de canavieiro. Eles constataram a volta da movimentação econômica local.

“Enquanto há progresso de um lado da Zona da Mata, com a reabertura da usina, do outro lado há crise com a unidade de portas fechadas”, diz Alexandre Andrade Lima, presidente da AFCP. O dirigente vai mostrar ao secretário Aldo e aos demais convidados que o maquinário de Cruangi está em perfeita condições para retomar o funcionamento, tendo em vista que passou somente um pouco mais de um ano parada. O investimento para retomar o funcionamento é pequeno diante do retorno econômico e social que a unidade trará para a Zona da Mata Sul. Estima-se a abertura de 4 mil vagas de empregos direto e indireto na localidade. Além disso, vai gerar muitos impostos com a produção agroindustrial da cana, e a retomada da movimentação do comércio das cidades do

entorno.

Pumaty

Há menos de um mês reaberta, após dois anos fechada, a Usina Pumaty, em Joaquim Nabuco, na Zona da Mata Sul pernambucana, já começa a produzir os primeiros efeitos financeiros para a Região. Já foi injetado na economia do local 1,5 milhão somente com o batimento pagamento quinzenal dos funcionários agroindustriais e pela cana fornecida para a unidade por 250 produtores de cana-de-açúcar. Outros R$ 2,5 milhões já estão reservados para o pagamento da próxima quinzena. São aproximadamente 4 mil empregos diretos e indiretos. Cerca de 4 mil toneladas de cana têm sido moídas diariamente desde o último dia 6. A quantidade pode chegar a 8 mil/dia quando a usina fabricar açúcar.