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Economia

Publicada em 09/05/2014

Heringer registra lucro de R$ 32,1 mi no primeiro trimestre

Empresa tem crescimento de 10,1% nas entregas no período.

Da assessoria

A Fertilizantes Heringer obteve um lucro líquido de R$ 32,1 milhões no 1T14, o melhor da história da empresa para o período.

A Companhia entregou 1.083,2 mil toneladas aos seus clientes nos primeiros três meses do ano, um aumento de 10,1% em relação ao 1T13. Neste período, destaca-se o crescimento do volume de fertilizantes entregues para as culturas de milho safrinha e de soja.

A receita líquida foi de R$ 1,2 bilhão no primeiro trimestre de 2014, apresentando uma elevação de 9,1% em comparação ao valor obtido no 1T13, que foi de R$ 1,1 bilhão.

O lucro bruto da Companhia de janeiro a março de 2014 foi de R$ 157,0 milhões, superior em 57,4% quando comparado ao mesmo período do ano anterior, de R$ 99,7 milhões. A margem bruta no 1T14 foi de 13,2%, superior à do 1T13, que foi de 9,1%.

O EBITDA foi de R$ 66,4 milhões, 232,7% superior ao do primeiro trimestre de 2013, que havia sido de R$ 19,9 milhões, com uma margem de 5,6% no 1T14 contra 1,8% no 1T13.

O volume de entregas dos produtos especiais no 1T14 foi de 394,2 mil toneladas, representando 36% do total geral, superior à do 1T13, de 35%.

A Heringer iniciou a construção de duas novas unidades misturadoras de fertilizantes no país, uma em Candeias (BA) e outra em Rio Grande (RS), para um melhor atendimento de seus clientes nesses estados. O início das operações está previsto para 2015 e os investimentos da Companhia para 2014 são de aproximadamente R$ 70 milhões.

A Companhia entregou mais de 5 milhões de toneladas de fertilizantes aos seus clientes em 2013 e com os investimentos acima espera aumentar sua capacidade para cerca de 6,5 milhões de toneladas/ano.

A empresa elevou sua expectativa para o consumo brasileiro de fertilizantes em 2014 para 32,5 milhões de toneladas, em função da conjuntura favorável do agronegócio brasileiro, com destaque para as culturas de soja e milho. A sazonalidade do volume entregue para o ano em curso tende a ser semelhante a do ano passado, ou seja, de 40% no primeiro semestre e de 60% no segundo.