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Economia

Publicada em 05/05/2014

Cesta Básica Alimentar tem alta de 3,6% no mês de abril em Campo Grande

Batata foi o produto com o maior aumento, 20,32%.

Da assessoria

O levantamento mensal realizado no mês de abril pela Secretaria Estadual de Meio Ambiente, do Planejamento, da Ciência e Tecnologia (Semac) apontou que o custo da Cesta Básica Alimentar teve alta de 3,62% em Campo Grande, em relação ao apurado no mês anterior. De acordo com o levantamento, os 15 produtos da cesta básica foram adquiridos por R$ 316,90 em abril, contra R$ 305,83 em março. No acumulado do ano o índice apresenta variação positiva de 11,02%, e nos últimos seis meses, de 14,17%.

Segundo o levantamento dos técnicos da Semac, dentre os 15 produtos pesquisados, dez tiveram os preços elevados no mês passado, com destaque para: batata 20,32%; óleo 7,96%; tomate 7,13%; alface 6,86%; banana 6,06%; carne 4,82%; feijão 3,40%; açúcar 2,91%; pão francês 2,47% e margarina 0,69%. Os produtos que registraram queda de preços foram laranja 6,91%; leite 1,72% e macarrão 0,44% enquanto que o arroz e o sal mantiveram seus preços inalterados.

De acordo com o levantamento, a colheita da batata está no fim, diminuindo o volume ofertado do mercado interno. Além disso, a produtividade do tubérculo foi afetada no seu período de safra pelo tempo seco e a falta de chuva que prejudicou seu desenvolvimento, o que também elevou seu preço.

O preço do tomate registrou alta de 7,13% e isso se deve às altas temperaturas que concentraram seu ciclo de maturação, reduzindo seus estoques no mercado interno. Com o início da colheita da safra da laranja no final de abril, quando parte das frutas alcançaram o estágio ideal, aumentou o volume dos estoques no mercado interno diminuindo seu preço 6,91%. Bons pastos devido às chuvas no mês de abril, aumentaram a produção de leite registrando queda de preço.

Nos últimos seis meses, os produtos que apresentaram maiores altas nos preços foram o tomate, batata, laranja, alface e óleo. Em contrapartida, no mesmo período, feijão, sal e leite registraram as maiores quedas na cotação.