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Publicada em 03/02/2014

Fundação MS orienta produtores sobre Helicoverpa e cultivo de soja

Nesta semana os encontros serão realizados em Amambai (dia 3), Maracaju (dia 4), São Gabriel do Oeste (dia 5), Campo Grande (dia 7) e Antonio João (dia 8).

Do CanaNews com assessoria

A Fundação MS, uma das principais instituições de pesquisa do agronegócio de Mato Grosso do Sul, está promovendo uma ciclo de “Dias de Campo” em dez municípios do Estado. O objetivo é oferecer a produtores rurais, técnicos agrícolas e estudantes informações sobre manejo de pragas e doenças que atacam as lavouras e tecnologia e inovação no cultivo da soja.

O ciclo de palestras já passou por Naviraí, Caarapó, Sidrolândia e Rio Brilhante. Nesta semana os encontros serão realizados em Amambai (dia 3), Maracaju (dia 4), São Gabriel do Oeste (dia 5), Campo Grande (dia 7) e Antonio João (dia 8).

Segundo o pesquisador de fitossanidade da Fundação MS, José Fernando Grigolli, ainda há muitas dúvidas quando o assunto é controle de pragas. No caso da Helicoverpa armigera, praga considerada nova no cenário brasileiro e que ataca diversas culturas, é essencial saber identificar a lagarta para que seu controle seja mais eficiente.

Dessa forma, os participantes terão conhecimento acerca das técnicas de manejo, além de procedimentos de amostragem – utilizados para quantificar os insetos presentes nas lavouras, com o intuito de observar a real necessidade da aplicação de inseticidas.

Sobre a necessidade da entrada de controles químicos nas lavouras de soja e milho, o pesquisador abordará alguns exemplos comuns nas duas culturas. “Geralmente essa praga ataca após a semeadura, ou seja, direto na semente. Por isso, vamos falar sobre a quantidade de insetos e a aplicação dos produtos”, explica o pesquisador.

Cultivares de soja geneticamente modificadas também serão abordadas nos dias de campo, por meio de palestras ministradas pelo pesquisador de fitotecnia soja da Fundação MS, Carlos Pitol. Assuntos como produtividade e rentabilidade ao produtor estão na pauta. “A cada ano novas cultivares são recomendadas, pois o melhoramento de soja é bastante dinâmico”, acrescenta Pitol.