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Agrobussines

Publicada em 05/06/2013

Missão técnica conhece agroindústrias de açúcar mascavo

Caravana sul-mato-grossense Sebrae parte na próxima segunda-feira.

Sebrae/MS

Uma missão técnica formada por produtores rurais de Nioaque, membros da Aprobam (Associação dos Produtores e Beneficiadores de Açúcar Mascavo e Frutas de Nioaque-MS); técnicos do Sebrae no MS e da Prefeitura Municipal da cidade parte na próxima segunda-feira (03) para o Paraná.

Nos dias 4 e 5 de junho, eles acompanham os trabalhos realizados pela Coopafi (Cooperativa de Comercialização da Agricultura Familiar Integrada) e as agroindústrias de açúcar mascavo Manguaba e Sabor do Campo, localizadas, respectivamente, nas cidades de Capanema e São Jorge D’Oeste.

O objetivo é conhecer o funcionamento das unidades e aplicar o conhecimento na agroindústria de beneficiamento de legumes, frutas e verduras; e de açúcar mascavo, que está sendo construída em Nioaque-MS; fruto da parceria entre a prefeitura, a Fundação Banco do Brasil, a Seprotur e o Sebrae, que capacita os produtores e realiza consultorias para melhoria de fatores como, por exemplo, a identidade visual (logomarca, embalagens, etc).

Segundo Patrícia Gasparetto, técnica do Sebrae no MS que acompanha o grupo na ocasião, o foco da visita é conhecer os processos de fabricação de açúcar, e os controles de qualidade, sabor, características do produto, além de subprodutos e a gestão deste tipo de negócio ligado ao setor. “Levaremos estes produtores familiares para conhecer experiências positivas e toda a parte operacional necessária para o funcionamento em conjunto de uma agroindústria”, destaca.

Em abril, um grupo já havia se deslocado o município sul-mato-grossense de Sidrolândia, para conhecer a agroindústria Camponesa no Assentamento Gibóia, especializada em doces em compota, mandioca congelada e frutas; onde houve a oportunidade de saber como são divididos o trabalho e a receita obtida.

Hoje, a Aprobam possui 15 associados. A ideia é que cerca de cinco famílias se dediquem ao açúcar mascavo e as demais com as frutas e legumes. “Quando a produção começar a evoluir e o mercado demandar, pretende-se agregar mais produtores ao projeto”, conclui Gasparetto.