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Publicada em 21/04/2015

Chapadão do Sul recebe alerta sobre surtos de bicudo no algodão

Produtores recebem instruções da FMC contra a praga.

Da FMC

Segundo a Associação Goiana dos Produtores de Algodão (AGOPA), o Bicudo do Algodão gerou um prejuízo de R$ 1,5 bilhão nos últimos 15 anos no País. No Brasil, um dos maiores produtores de algodão do mundo, essa praga chegou há mais de 30 anos e com o ritmo acelerado de produção das lavouras tem se adaptado ano a ano. Dessa forma, a FMC Agricultural Solutions, mais uma vez Fazendo Mais pelo Campo, realiza o projeto Alerta Bicudo por meio de uma série de ações de conscientização, manejo e prevenção para os cotonicultores.

A campanha contempla além de informações e dicas de manejo nas mídias sociais, conta também com eventos técnicos nas principais cidades produtoras da cultura. Produtores de Rondonópolis (MT), Sapezal (MT), Luis Eduardo Magalhães (BA), Deciolândia (MT) e Campo Verde (MT) já foram beneficiados. O próximo e último encontro será no dia 23 de abril, quinta-feira, às 20h, na Choperia DeCarli Bier, localizada na Avenida 16 nº 1510, em Chapadão do Sul (MS).

A ação conta com palestras do entomologista Paulo Eduardo Degrande, com temas como motivos do aumento do Bicudo no Brasil e estratégias e ferramentas de controle.

O engenheiro agrônomo e gerente de inseticidas da FMC, Adriano Roland, reforça como é o ciclo de vida do Bicudo e como esta praga tem prejudicado as lavouras brasileiras. “No ano passado, o Bicudo se mostrou presente em quase todas as discussões sobre o futuro da cotonicultura no Brasil. Isso porque a praga se alastrou ferozmente por várias regiões, afetando muitas plantações. A proliferação do Bicudo, quando não combatida, é extremamente rápida. Seu ciclo de vida, de ovo a adulto, é completo em cerca de 20 dias e podem ocorrer de quatro a seis gerações do besouro durante uma única safra”, explica.

Roland destaca a importância desta iniciativa. “No projeto Alerta Bicudo nossa equipe está ainda mais próxima do produtor rural para trocar conhecimentos, levar informações relevantes e atualizadas e esclarecer suas dúvidas sobre o manejo adequado. Nosso objetivo é investir cada vez mais em soluções que contribuam para o controle dessa praga, cabe destacar que há a necessidade de se adotar uma combinação de medidas de controle, soluções como escolha do material a ser plantado, tratamento de semente e aplicações foliares. A FMC se mobilizou junto às entidades representativas, agrônomos, representantes de cooperativas, líderes e consultores das regiões visitadas, para debate das estratégias de manejo e controle da praga. Em LEM, por exemplo, o evento contou com a participação de coordenadores do Programa Fitossanitário da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (ABAPA) e da Fundação Bahia”, destaca.