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Publicada em 09/04/2015

Com 778,4 mil t, Maracaju fecha a safra 14/15 como maior produtor de soja de MS

Município foi responsável por 13,56% da produção da produção do estado.

Anderson Viegas

Maracaju, a 157 quilômetros de Campo Grande, na região sudoeste de Mato Grosso do Sul, encerrou a safra 2014/2015 de soja, como o maior produtor da oleaginosa no estado. Segundo dados do Sistema de Informação Geográfica do Agronegócio (Siga), da Associação dos Produtores do grão (Aprosoja/MS), os agricultores do município colheram nesta temporada 778,405 mil toneladas de soja, o equivalente a 13,56% da produção estadual que foi de 6,890 milhões de toneladas.

O município, de acordo com o Siga, também contabilizou na temporada a maior área cultivada com a oleaginosa em Mato Grosso do Sul, 249,960 mil hectares e a terceira melhor média de produtividade, com 3.114 quilos por hectare, o equivalente a 51 sacas por hectare.

Além de Maracaju, o top cinco da produção de soja em Mato Grosso do Sul nesta safra foi composto pelos municípios de: Ponta Porã, com 504,252 mil toneladas (o equivalente a 7,31% da produção estadual no ciclo); Sidrolândia, com 481,218 mil toneladas (6,98%), Dourados, com 457,222 mil toneladas (6,63%) e São Gabriel do Oeste, com 343,099 mil toneladas (4,97%).

Já em relação a produtividade, o município com a melhor média estadual na safra foi Itaporã, com 3.235 quilos por hectare o que representa 53 sacas por hectare. Dividindo a segunda posição aparecem Chapadão do Sul e Sonora, com 52 sacas por hectare e em terceiro, além de Maracaju, ficaram Alcinópolis, Costa Rica, São Gabriel do Oeste e Sidrolândia, com 51 sacas por hectare. No Estado, a média de produtividade do ciclo foi de 49,9 sacas por hectare, 3,3% maior do que as 48,3 sacas por hectare da temporada anterior.

Na safra 2014/2015 de soja, que terminou oficialmente nesta semana em Mato Grosso do Sul, o Estado registrou um incremento de 12% na produção frente a colheita do ciclo passado, que atingiu as 6,148 milhões de toneladas. Além de maior produtividade, esse salto de produção pode ser atribuído também a expansão de 8,4% na área cultivada com a oleaginosa neste ciclo, que passou de 2.120 milhões de hectares para 2,300 milhões de hectares.