Canais de Notícia

Agrobussines

Publicada em 11/06/2014

Pecuaristas fazem Leilão pela Vida, em prol do Hospital do Câncer em MS

O leilão acontecerá no parque de exposição de Maracaju, na próxima sexta-feira (13).

Da Famasul

Novilhas, doses de sêmen de reprodutores PO (Puro de Origem) e touros são algumas das doações de produtores rurais de Maracaju para um leilão beneficente com renda destinada ao Hospital de Câncer Alfredo Abrão, de Campo Grande. O leilão acontecerá no parque de exposição de Maracaju, na próxima sexta-feira (13), às 19h, está sendo organizado pelo Sindicato Rural do município e faz parte da campanha Leilão pela Vida, uma ação resultante da parceria entre a Famasul – Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul e o Hospital.

As doações para o certame, que faz parte da programação da 46ª Expomara – Exposição Agropecuária de Maracaju, estão sendo reunidas pelo Sindicato Rural do município. Somente no ano passado, 407 pacientes de Maracaju foram atendidos pelo Hospital. “Este é o primeiro de uma série de leilões que os sindicatos rurais vão realizar, uma contribuição do setor agropecuário para essa instituição que é fundamental e que merece nosso apoio para continuar atendendo pessoas num momento tão frágil quanto é o tratamento do câncer”, destaca o diretor de Relações Institucionais da Famasul, Rogério Beretta.

Depois de Maracaju, o próximo leilão será realizado pelo Sindicato Rural de Figueirão, no dia 22 de junho. “Uma equipe do município se mobiliza sob a expectativa de leiloarmos de 500 a 600 rezes em prol do Hospital do Câncer. Vamos contar com ações do ônibus do Hospital no dia do leilão como exames preventivos de câncer de mama, pele e Papa Nicolau”, destacou o presidente do Sindicato Rural de Figueirão, Sérgio Luís Faria. O evento acontecerá durante a segunda edição da exposição agropecuária da cidade.

Para manter a média de 9,1 mil procedimentos por mês, o Hospital de Câncer Alfredo Abrão precisa de R$ 2,1 milhões mensais. Porém, a receita líquida mensal não passa de R$ 1,7 mil, gerando déficit mensal médio de R$ 435 mil. A entidade se mantêm devido a doações particulares, repasses e recursos de emendas parlamentares.