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Publicada em 06/03/2014

Estudantes viram repórteres em vídeo sobre o setor sucroenergético

Vídeo marcou o encerramento do Estudo Municípios Canavieiros, do Projeto Agora, em SP.

Da assessoria

Das salas de aula do interior paulista direto para as telas. Foi assim, com uma filmadora, um microfone e muita curiosidade que 35 estudantes da rede pública de Jaboticabal (SP) contribuíram para o vídeo de encerramento do “Estudo Municípios Canavieiros – Bioeletricidade,” iniciativa educacional do Projeto AGORA realizada em 2013 que teve por objetivo estimular a discussão sobre os tipos de energias limpas existentes na matriz energética brasileira.

O vídeo, gravado no final de 2013 pelos alunos do 8º ano da “Escola Estadual Aurélio Arrobas Martins” na Usina Santa Adélia, em Jaboticabal, enfatiza, de forma didática, o uso da biomassa para a geração de energia. Os métodos sustentáveis de produção adotados pelo setor sucroenergético e que geram a biomassa também são abordados.

Para Pedro Robério Nogueira, presidente do Sindicato da Indústria do Açúcar e do Álcool no Estado de Alagoas (Sindaçúcar-AL), uma das 18 entidades e empresas que compõem o AGORA, o projeto pedagógico, além de ampliar a visibilidade do setor no meio educacional, ajuda a comunidade a conhecer de forma correta todas as ações socioambientais desenvolvidas pela indústria da cana, além de implantar a consciência do desenvolvimento sustentado.

“A cadeia produtiva canavieira exerce um papel importante na economia do País e é bom ver, através do AGORA, que ela também está contribuindo de forma positiva com o ensino brasileiro, levando informações pertinentes e chamando a sociedade, através da formação desses novos cidadãos, para discutir o papel ambiental das energias limpas, como a bioeletricidade, na matriz energética,” explicou Nogueira.

Diversos profissionais da Usina Santa Adélia participaram do vídeo como ‘entrevistados’ dos estudantes, entre eles o gerente de Relacionamento com Fornecedores, Arlindo José Lima de Carvalho; o supervisor da Fábrica de Açúcar e Etanol, Carlos Antonio Pita; o supervisor de Elétrica e Instrumentação, Sílvio José Pereira; a analista de Comunicação, Cássia Fernandes e o coordenador de Operações, Everton Leandro Gorni.

Em sua quinta edição, as iniciativas educacionais do Projeto AGORA foram criadas para combater mitos e informações distorcidas que circulavam com frequência em regiões onde a indústria da cana está presente. Desde 2009, as ações do AGORA já atingiram quase 4 milhões de estudantes e 63 mil professores, em 30 mil escolas públicas de 11 estados brasileiros.

“A cada ano, o AGORA se reinventa. A cada nova iniciativa, uma grata conquista. É bom ver a dedicação dessas crianças, que de forma tão simples e organizada, criaram esse vídeo utilizando parte dos conhecimentos adquiridos em sala de aula,” afirmou Redson Vieira, gerente de Relações Governamentais e Sustentabilidade da Unidade de Proteção de Cultivos para o Brasil da BASF, uma das empresas parceiras do Projeto AGORA.

Segundo o representante da multinacional, a dedicação dos estudantes, professores e parceiros do AGORA estimula a empresa a investir ainda mais no agronegócio e em especial na cadeia sucroenergética. “A BASF investe e apoia constantemente ações de educação e sustentabilidade no campo e por acreditarmos nos resultados destas iniciativas é que fazemos parte do AGORA desde sua fundação. Continuaremos acreditando neste esforço integrado de comunicação e marketing, capaz de transmitir os benefícios da cana-de-açúcar à opinião pública de forma clara e didática, esclarecendo assim questões e mitos sobre o setor e contribuindo para um futuro energético mais seguro e limpo no Brasil e o mundo,” destacou Vieira.

O “Estudo Municípios Canavieiros - Bioeletricidade,” é apenas uma das muitas ações promovidas pelo AGORA. Para conhecer mais sobre o projeto, sua finalidade e abrangência, acesse o site: www.projetoagora.com.br.