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Publicada em 26/12/2013

Aprosoja/MS recomenda cautela quanto a Helicoverpa armigera

Mapa decretou emergência fitossanitária em MS em razão do ataque da lagarta.

Aprosoja/MS

Cautela é a palavra de ordem que o agricultor sul-mato-grossense deve levar em consideração ao exterminar as pragas identificadas nas lavouras. O uso do defensivo adequado e a busca por especialistas são essenciais, principalmente no que diz respeito à Helicoverpa armigera. A recomendação é do presidente da Associação dos Produtores de Soja de MS (Aprosoja/MS), Almir Dalpasquale, que classifica como estratégico o decreto de emergência fitossanitário relativo ao possível surto da lagarta Helicoverpa nas plantações de soja de Mato Grosso do Sul.

Publicado em Diário Oficial nesta quinta-feira (19) pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), o decreto de emergência contra a disseminação da lagarta Helicoverpa armigera em Mato Grosso do Sul, de acordo com a Aprosoja/MS, estabelecerá diretrizes para o manejo da lagarta e possibilitará mudança no calendário do vazio sanitário como estratégia para a eliminação da lagarta, caso necessário.

Detectada em lavouras dos municípios de São Gabriel do Oeste, Naviraí, Chapadão do Sul e Maracaju, a lagarta Helicoverpa armigera é reconhecida pelo potencial de destruição das lavouras e sua identificação é complexa e exige pesquisas em laboratório. “É indispensável que na dúvida, o produtor busque auxílio profissional, que deverá encaminhar o inseto para análise”, orienta Dalpasquale, ao citar a Fundação MS, em Maracaju, e a Fundação Chapadão em Chapadão do Sul, como pontos de apoio na identificação da lagarta.

Para o monitoramento fitossanitário no Estado foi formado um grupo de trabalho de combate à Helicoverpa armigera, com integrantes da Aprosoja/MS, da Federação da Agricultura e Pecuária (Famasul), Fundação MS, Fundação Chapadão, Secretaria de Estado de Desenvolvimento Agrário, Produção e Turismo (Seprotur), Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Mapa, Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) e Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (Iagro).