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Publicada em 29/11/2013

Serasa aponta retomada de crescimento na abertura de novas empresas

O número representa um aumento de 2,5% em relação a setembro.

Serasa

De acordo com o Indicador Serasa Experian de Nascimento de Empresas, outubro registrou 172.547 novas empresas no Brasil. O número representa um aumento de 2,5% em relação a setembro, retomando a linha de crescimento interrompida com a queda (de 3,5%) apresentada em relação a agosto. O número também é o melhor resultado para outubro desde o início da série histórica do indicador, em 2010 (146.170 novas empresas em out/12, 151.005 em out/11 e 164.160 em out/10).

Ainda segundo o Indicador Serasa Experian de Nascimento de Empresas, entre janeiro e outubro de 2013 o total de novos empreendimentos criados dentro do território nacional foi de 1.599.989. Este montante representa um avanço de 8,1% frente ao total de novas empresas surgidas durante o mesmo período de 2012 (1.479.690), sendo também maior que os totais registrados durante os mesmos meses de 2011 (1.455.167) e 2010 (1.273.666 novas empresas).

De acordo com os economistas da Serasa Experian, o aumento do número de empresas criadas em outubro é reflexo do crescente processo de formalização, sobretudo os pequenos negócios, além da maior quantidade de dias úteis (23) contra o mês imediatamente anterior (21 dias úteis em setembro/13).

Nascimento de Empresas por Setor

O setor de serviços continua atraindo a maior quantidade de novas empresas: de janeiro a outubro de 2013, foram 917.460 companhias que abriram suas portas, o equivalente a 57,3% do total. Em seguida, no acumulado dos dez meses foram abertas 524.196 empresas comerciais (32,7% do total) e, no setor industrial, surgiram 130.682 empresas (8,1% do total) neste mesmo período.

Ao longo destes últimos quatro anos, tem crescido a participação das empresas de serviços no total de empresas que nascem no país. Esta participação aumentou 4,3 pontos percentuais entre os dez primeiros meses de 2010 (53,0% do total) e o mesmo período de 2013 (57,3% do total).

Por outro lado, a participação do setor comercial de empresas que surgem no país tem recuado nestes últimos anos (de 35,6% entre janeiro e setembro de 2012 para 32,8% no mesmo período de 2013), ao passo que a participação das novas empresas industriais vem se mantendo estável, variando pouco – de 8,5% em 2010 para 8,2% em 2013.